

Charlanes Olivera Santos
Sou Poeta, escritor 2 livros publicados, cineasta diretor de cinema amador, Enxadrista amador-pro jogo Xadrez, Estudo Frances, fui candidato a vereador em 2016, Presidente da ANJOS Associação Nacional dos Jovens Solidários, Trabalhei na Prosoft e Prefeitura da cidade
Memoria do tempo
Beba da memória do tempo do cálice da aurora e tenha as lembranças do amanhã antes os ventos vermelho venha e poderemos roubar olhares antes do céu incendiar...
Rostos ocultos no rubro da ventania nós seremos testemunhas da eterna harmonia daquele que permanece no giro imortal, nas rosas dos ventos, no enigma cardeal
Páginas esvoaçam os segredos nas linhas o mapa caixa de pandora escritos da direita para esquerda o roteiro se move como mar que sussurra, como pedra que prove.
O medalhão do oceano, coberto de musgo,
guarda tinta secreta no silêncio ali se abre a constelação de Orión,
no dourado caminho que ecoa o som
A estrada de tijolos de ouro pavimentam memória das estrelas cada passo é fragmento da grande história e máquinas ousam riscar o infinito céu tatuado
Passearemos entre cometas errantes e estrelas dançantes como faróis cintilantes na estenografia da noite, um destino se enlaça,
na caixa de Pandora, a esperança ainda passa entre o espelho e sua luz, o reflexo revela a costura do tempo em trama singela com uma candeia de chama discreta iluminam os humildes, sabedoria secreta...
Tudo retorna ao mesmo caminho da videira fruto que cresce, raiz verdadeira círculos do tempo em eterno rodar somam perdas antigas que sabem guiar.
Pois o futuro é bordado no véu do passado um alto grau santo, mistério velado onde o jogo se mostra em propósito e dor,
um tabuleiro oculto regido no amor.
E nós, caminhantes, que ousamos viver, testemunhas da aurora, do nascer e do ser, seguiremos a trilha que o sopro conduz, na memória do tempo do infinito á eternidade
Escritas.org